Família mosaico


MUDANÇA DE ENDEREÇO DO BLOG

PESSOAL, ATENÇÃO O BLOG FAMÍLIA MOSAICO MUDOU DE ENDEREÇO: http://www.familiamosaico.blog.br/

AGORA ESTÁ PERSONALIZADO E BEM MAIS BACANA! ESPERO VOCÊS LÁ!



Escrito por Andrea Assef às 10h28
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MAIS TEMPO PARA OS FILHOS

 

Nesta última edição da revista Elas & Lucros (no 13) colocamos a Maria Paula, apresentadora do Casseta & Planeta, na capa. Ela não investe em Bolsa nem em previdência. Ela investe no tempo que dedica aos filhos de 5 e 2 anos. No dela e no de todas as mães brasileiras. Junto com a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), ela conseguiu a aprovação da lei que aumenta de 4 para 6 meses a licença-maternidade. Na reportagem ela conta os motivos que a levaram a isso. Aqui vai só um aperitivo: Na primeira gravidez, Maria Paula trabalhou até o dia do parto e quatro meses depois estava de volta. Na segunda gravidez, fez tudo diferente: fechou um acordo com a Globo e se ausentou por um ano. Claro, um privilégio para poucas mulheres... Bem, o resto da história está na Elas & Lucros, edição 13.



Escrito por Andrea Assef às 07h26
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VIAJAR COM A FAMÍLIA COMPLETA

    Um dos maiores desafios de uma família mosaico é viajar com a família completa. Sempre tem alguém faltando, seja porque está com a outra parte (mãe ou pai) seja porque está viajando com os amigos. Como uma das características da família mosaico é a enorme diferença de idade entre os irmãos, isso fica mais latente com o passar dos anos. No caso dos filhos pequenos que são resultado do casamento atual tudo é mais fácil. Além de não precisar dividi-los com ninguém, a gente ainda decide por eles. Mas com os mais velhos, a coisa muda de figura. Os interesses são diferentes. E olha que a gente consegue façanhas como enfiar todos num carro (médio) e levá-los para passeios como Simba Safari. Um mico para os mais velhos, que aguentam tudo numa boa. Mas fico pensando que a última viagem que fizemos os seis juntos foi há quase dois anos...E sinto que cada vez mais todos vão escapar por entre nossos dedos e fazer suas próprias viagens. Mas não vou desistir de juntá-los. Nem que seja para um passeio no Aquário de São Paulo. 

 



Escrito por Andrea Assef às 20h10
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RICA COMO A BARBIE

  Na sexta-feira (dia 25/06) levei minhas filhas para assistir ao filme " Toy Story 3." Quando a Barbie apareceu no filme, escuto uma garotinha dizer para a mãe: "Quando eu crescer quero ser igual a Barbie." E a mãe lhe disse que ela era muito mais bonita do que a Barbie. A garota esclareceu: "Mãe, não quero ser bonita como a Barbie e sim rica como ela." Na hora me lembrei do livro " Nascidos para comprar", de Juliet Schor (editora Gente). Um livro quase obrigatório para pais e mães dos dias de hoje. A autora, que é economista de formação e professora de Sociologia na Faculdade de Boston, traça um quadro alarmante da relação das crianças norte-americanas com o consumo e com o dinheiro. Eis alguns dados de pesquisas que estão no livro:

- Crianças de 10 anos têm cerca de 400 marcas na memória.

- Elas assistem a 40 mil comerciais por ano e chegam a pedir 3 mil produtos nesse período.

- 80% das marcas globais têm hoje uma estratégia específica para crianças e adolescentes.

E a garotinha do cinema não está sozinha: no livro " Nascidos para comprar" , a autora cita uma pesquisa feita com jovens de 15 países concluiu que 75% dos pré-adolescentes norte-americanos querem ser ricos, o maior percentual entre as nações pesquisadas. 



Escrito por Andrea Assef às 23h29
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MARY POPPINS

   

 

Nos últimos dois meses, minha vida virou de pernas para o ar.  No filme Sex in the city 2 há uma cena emblemática: a Charlote fica meio enciumada com a babá bonitona das suas filhas. Medo de perder o marido? Não. De perder a babá. Quem trabalha o dia todo e tem filhos não consegue manter todos os pratos equilibrados ao mesmo tempo sem uma super ajuda. Eu, pelo menos, não tenho esta capacidade. E nesses dois meses vivi o pior pesadelo das mães que trabalham: fiquei sem babá.  Fiz várias entrevistas, mas nenhuma deu certo. Houve uma moça de Minas Gerais que desisitiu na última hora. Outra, aqui de São Paulo mesmo, após combinar tudo comigo, ligou NO DIA em que iria começar e disse: " Olha, pensei bem e mudei de idéia." A única que topou, durou uma semana. Depois pediu para sair, como os recrutas do filme Tropa de Elite. Eu comecei a sentir uma angústia, um desespero.

    Na semana passada, liguei para minha ex-cunhada , que já tem filhos grandes, portanto nem estava no meu target de pedido de ajuda neste quesito. Na hora ela disse que no dia anterior sua cunhada (e coincidentemente minha amiga também) havia recebido um telefonema de uma antiga babá, que mora no Sul, e decidira voltar para São Paulo. Ela estava `a procura de emprego mas " tinha que ser para dormir." Nem acreditei. Bem, falei com ela por tel, mandei a grana da passagem, mas disse para o meu marido, minha mãe e para a torcida do Corinthians: " Nada de comemorar antes da hora. Só vou acreditar quando ela chegar na porta da minha casa como a Mary Poppins." Segunda feira, lá pelas 7h da manhã, toca a campanhia: era a Mary Poppins!!!

 

 

 

 



Escrito por Andrea Assef às 19h41
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EU E A GISELE BUNDCHEN

Acabo de ler a uma entrevista da Gisele Bundchen, na Folha de S. Paulo (13/06/2010) em que ela conta como foram os primeiros seis meses com seu filho Benjamin. Tudo o que nós mães sabemos: nunca mais dormiu direito, sofreu para amamentar etc. Ao  longo da entrevista, a super modelo dispara a seguinte frase: " Nos primeiros três meses, eu, Gisele, sumi. Mal trocava de roupa, nem penteava os cabelos." Eu me lembrei de mim, que passei por este processo de desaparecimento três vezes (Mariana, Isabel e Nina). Nas três vezes, ao contrário de Gisele, que continua linda e elegante, só minha alma sumia porque o meu corpo podia ser visto a quilômetros de distância. A cada gravidez, engordava, em média, 20 quilos. Isso mesmo. Como passo muito bem na gravidez, fico sempre ótima e bem-humorada. E eu comia feito uma búfala. Tinha dias em que eu olhava em volta. Fraldas, peito com leite vazando, roupa tamanho 46, bebê com cólica e pensava: "Nunca mais vou ser a mesma. A minha vida não vai voltar ao normal." E aí eu sentia uma dor no peito tão forte, tão forte. Eu realmente achava que não iria aguentar. Some-se a isso a pressão de ter de voltar logo ao trabalho (na primeira gravidez por que meu chefe não parava de me ligar a cada 5 minutos; e nas outras duas em função da minha editora, que dava os primeiros passo e eu não podia ficar longe por muito tempo). Tudo isso para dizer que a gente volta. Isso mesmo. As mães têm este dom. O de retornar daquele lugar lindo e estranho, doce e tenso _ e, `as vezes assustador. E voltam mais lindas, poderosas, felizes e realizadas. Com seus filhos debaixo do braço.



Escrito por Andrea Assef às 09h23
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O QUE FAZER NUM DIA DE FRIO?

 

Pular na cama dos pais...Tem coisa melhor?                                          Foto: Biô Barreira



Escrito por Andrea Assef às 09h01
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FILHO DE PEIXE...

Uma pesquisa feita pela TheMint.org revela que 7 em cada 10 crianças e adolescentes americanos com menos de 17 anos dizem que os pais são a maior influência quando o assunto é dinheiro:

" A maior influência no jeito como penso e lido com o dinheiro vem:"

 

67% pais

16% revistas, programas de tv e rádio e celebridades

13% amigos

2%   professores

Fonte: TheMint.org

 


 



Escrito por Andrea Assef às 11h55
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PARENTES & DINHEIRO


     Como padrastos, madrastas e enteados podem lidar com dinheiro? Esta pergunta foi o mote da coluna Your Money, do New York Times.
Mesmo tratando de questões semelhantes (herança, mesada, gastos mensais), os problemas financeiros das chamadas “novas famílias” ou famílias mosaico – formadas por pais e filhos de diferentes casamentos – têm uma carga emocional mais pesada do que a das chamadas “antigas famílias.” Nada que não tenha solução. Esses problemas são até fáceis de resolver se todos estiverem dispostos a conversar e firmar acordos no papel.
    Falar com seus filhos sobre o que eles esperam de você financeiramente é a primeira regra para todo planejamento financeiro. É importante também trazer para a discussão os interesses conflitantes entre as crianças e os parceiros de seus pais.Jane King, presidente do Fairfield Financial Advisers, disse que estar sempre aberta ao parceiro e a seus filhos é essencial para administrar as expectativas, se a família não estiver em harmonia. Ela aconselha seus clientes a não camuflar os sentimentos de inveja dos filhos mais velhos com relação ao filho de um segundo casamento dos pais. A sensação de que o meio-irmão tem uma infância mais confortável pode não ser apenas uma sensação, pode ser verdade, se o casal estiver ganhando mais e for mais feliz em seu novo casamento.Ela disse que “Os filhos mais velhos pensam que os mais novos têm uma vida melhor e você não pode se desculpar por isso. Você tem é que lidar com isso.”



Escrito por Andrea Assef às 21h08
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PRIMEIRO FILHO II

Agora me vejo na situação oposta. Minha segunda filha está numa classe em que a maioria das crianças faz parte da categoria primeiro filho. Êta pessoal animado! Os pais estão sempre dispostos a se reunir e fazer passeios com as crianças, vivem se falando por e-mail...E eu confesso que às vezes me sinto um peixe fora d'água. Dá uma preguiça. Mas aí eu lembro do seguinte: minhas filhas não pediram para nascer, muito menos escolheram a ordem em que isso aconteceria. Todas merecem receber de nós, pais, os mesmos cuidados, a mesma atenção. Portanto, estou me rendendo, com alegria, ao espírito olímpico dos pais da classe da Isabel: semana que vem vamos todos fazer um piquenique no zoológico. 



Escrito por Andrea Assef às 11h04
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PRIMEIRO FILHO

Conheço algumas histórias de pais de gêmeos ou trigêmeos que, seguindo recomendações de especialistas em educação e psicologia, estabeleceram o "dia do filho único." Neste dia, os pais dão atenção especial a um dos filhos, com direito a passeios exclusivos. Confesso que sempre achei bacana, embora distante da minha realidade, afinal, tenho 3 filhas que não nasceram no mesmo dia. Este ano, no entanto, este assunto veio à tona. Minha filha Isabel, de 4 anos e meio, está numa classe em que quase todos os pais são marinheiros de primeira viagem, os chamados "pais de primeiro filho." Que diferença. Eles têm a mesma animação e dIsposição que eu tinha com a minha primeira filha, a Mariana, que hoje tem 11 anos. E olha só que louco: quando a Mariana entrou no maternal de uma nova escola (onde até hoje ela estuda), eu tinha acabado de me separar e tudo o que eu queria era me enturmar (e a Mariana, claro) com a classe, os colegas, os pais. Acontece que era uma classe de 2o filho. Ou seja, não havia aquela animação dos pais de primeiro filho para encarar qualquer 'mico." Eu lembro de propor alguns passeios e eventos com o pessoal da classe, e as mães olharem para mim como se eu fosse um ET.



Escrito por Andrea Assef às 01h29
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MÅES EM GUERRA

O livro " Mães em Guerra" , de Jill Kargman (editora Essência), mostra como vivem as mães ricas de Nova York. Ricas, fúteis e insuportáveis. Este é o retrato que a autora, que conviveu com essas mulheres e vive até hoje no ninho delas, o Upper East Side, em Manhattan, com o marido e as duas filhas, faz das mães endinheiradas. Ela nos apresenta ao inacreditável mundo de mães peruas e competitivas de NY. Um mundo com regras claras, como a marca do carrinho dos bebês (ter que ser Bugabbo (foto), cujo preço gira em torno dos US$ 800,00 para começar) e nomes duplos, como Julia Charlotte. Divertido, o livro mostra as disputas das mães para ver quem fica mais magra logo depois do parto, que, claro, tem que ser normal e, de preferência, sem anestesia. (isso garante uma bela jóia de presente do marido). É uma birutice atrás da outra! Quando você acha que elas se superaram, vem mais uma loucura: consultora de chupeta. Isso mesmo! Se a criança está demorando muito a largar a chupeta, basta procurar uma " personal chupeta."



Escrito por Andrea Assef às 19h37
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O TERCEIRO FLHO

  Escutem o que ouvi esta manhã: quando o primeiro filho engole uma moeda, a gente corre para o hospital; quando o segundo filho engole uma moeda, a gente espera sair e quando o terceiro filho engole uma moeda...a gente desconta da mesada dele. Eu conhecia a da chupeta: no primeiro filho, quando a chupeta cai no chão, a gente ferve; no segundo, a gente passa uma água da torneira mesmo e no terceiro, a gente dá uma limpada na nossa roupa e...devolve para a boca da criança. Bem, brincadeiras `a parte, quando a minha terceira filha nasceu, a Nina, eu tomei os mesmos cuidados que tive com as outras filhas, mas tudo foi menos tenso. Quer dizer, eu estava menos tensa. E acho que isso se refletiu nela de alguma forma. Ou de várias formas. Das 3 meninas, a Nina é a única que não tem asma, nem medo de barata (certa noite apareceu uma barata e enquanto eu e as irmãs gritávamos, ela pegou um chinelo e matou aquele bicho nojento..). Ela também não passa fome. Outro dia, acordou mais cedo e foi tomar café da manhã. Como não havia ninguém para cortar um pedaço do bolo, ela não teve dúvidas. Traçou o bolo a dentadas.



Escrito por Andrea Assef às 15h36
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AS MENINAS

Um dos hábitos dos pais (quase automático) é tentar se enxergar nos filhos. Afinal, o que veio de mim? Eu, como boa leonina que sou, faço isso o tempo todo. É incontrolável. Mas vejam se não tenho razão:

Mariana, minha filha mais velha, é a que mais se parece comigo fisicamente. Mas as semelhanças param por aí. Ela tem uma suavidade, uma tranquilidade que definitivamente não vieram de mim. Adora ler e escreve muito bem, mas herdou a minha asma. Nem tudo é perfeito. Aos 11 anos, ela é incapaz de falar um palavrão. Quando vai descrever uma discussão ou briga na escola diz assim: "E aí o fulano xingou o outro de piiiiiiiiiiiii" Sabem o que é esse piiiiiiii? É aquele som que é colocado nos programas de tv quando alguém fala palavrão. A primeira vez que eu ouvi, não acreditei. Gente, da onde ela tirou essa idéia? Doce e linda, Mariana é uma companheira de todas as horas.

Isabel, de quatro anos e meio, é teatral, exagerada e invocada. Por fora é a que menos se parece comigo pois é loira de olhos azuis. Bebel é o tipo de criança que não passa despercebida. Tem sempre uma opinião e nada a intimida. Outro dia, a Bebel estava irritada com alguma coisa e a babá disse: "Isabel, fizeram uma pesquisa e descobriram que as pessoas que ficam muito bravas envelhecem mais cedo."A Isabel começou a chorar e gritar: "Eu não quero que a mamãe morra! E não quero que a mamãe morra."

Nina, minha caçula, é um charme. É muito parecida com a Mariana fisicamente. Fofa e carinhosa, é a mais levada das três. Às vezes eu acho que foi o excesso de Red Bull. Para virar as noites trabalhando, escrevendo, só uns goles de Red Bull espantavam o meu sono de grávida. Pois a Nina é da pá virada. Sempre que ela fica em silêncio, a primeira pessoa que percebe dá o alerta: "Gente, a Nina está muito quieta. Está aprontando alguma."E saímos todos pela casa gritando por ela. Geralmente ela está alagando o banheiro ou tentando alcançar a caixa de remédio que fica na última prateleira da cozinha ou esparramando um dos meus cremes pela casa.  

 



Escrito por Andrea Assef às 22h45
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VOCÊ COBRARIA ALUGUEL DO SEU FILHO?

Imagine a seguinte situação: seu filho se formou, saiu de casa e algum tempo depois acabou voltando. Você seria capaz de cobrar aluguel dele? Eu não, de jeito nenhum! Mas os americanos, bem sempre eles...Saiu uma matéria na revista americana de finanças pessoais Kiplinger que discute a questão da chamada geração bumerangue, aquela formada por jovens que tiveram de voltar para a casa dos pais porque não conseguiram combinar o estilo de vida a que estavam acostumados com as contas do dia a dia – aluguel, supermercado, luz, etc. A matéria conta a história de uma família que recebeu o filho Mark de volta e “permitiu”que ele morasse “de graça” no primeiro ano. Mas no segundo ano, os pais decidiram cobrar uma modesta quantia_ a exigência foi suspensa porque o emprego temporário de Mark havia chegado ao fim.



Escrito por Andrea Assef às 23h41
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